terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Festirock 08 - 1º Dia

Foi numa tarde/noite com chuva e frio que o Parque de Exposições do Montijo acolheu o Festirock 08.
O festival alternativo já vai na 6ª edição e este ano conseguiu juntar a duas bandas de renome e prestígio reconhecido 7 outras bandas que ainda tentam a sua sorte.

Uma nota à organização: com o tempo que estava tería sido menos desagradável que a bilheteira tivesse alguma protecção para quem comprava os bilhetes e que tivessem trocos. Porque estar à chuva à espera que arranjassem troco não é um bom modo de começar a noite.
Os concertos tinham lugar num pavilhão industrial, com a qualidade sonora expectável e um frio tremendo mas quem corre por gosto não cansa e a casa foi enchendo com o avançar na noite.

Consegui chegar ao recinto a tempo de apanhar o final da actuação dos Mind Overflow por isso nada de especial posso dizer sobre a sua actuação, fica o registo da sua presença.

A banda seguinte, os Hexamine, veio de Barcelona para o concerto no Montijo e pareceu-me um pouco fora do som mais ligado ao Metal que pautou o festival mas fizeram os possíveis por animar um público que ainda era pouco.
Nota para o espaço de "entrevistas rápidas" em que as bandas apareciam após os concertos e que entretiam o público enquanto se preparava o palco para a banda seguinte. Uma boa ideia.

Das bandas "menores" a 3ª da noite foi a que, na minha opinião, melhor prestação teve e mais entusiasmou o público. Os New Mecanica entregaram-se ao concerto e cheios de energia puxaram por quem assistia conseguindo uma actuação muito conseguida.


Foram os Cinemuerte a última banda a actuar antes de Mão Morta. A banda de Lisboa esteve bem em palco com a vocalista a esbanjar energia mas os ares góticos não foram suficientes para contagiar o público como tinham feito antes os New Mecanica.

E finalmente Adolfo Luxúria Canibal enche o palco. Os Mão Morta entram no palco sob uma enorme ovação de um público dedicado e não desiludiram.
Com 24 anos de carreira foram muitos os temas revisitados e muitos outros que ficaram por tocar mas o pedido desde cedo era sempre o mesmo: cães da morte. Que Luxúria Canibal satisfez perto do fim... E que toda a gente acompanhou em coro...


Foram bem mais de 5 horas de música numa boa noite para a música alternativa na margem sul.

Para ver as fotos em tamanho grande basta clickar nas imagens.

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